SHB News:
Supergirl ganha novo spot para TV com elogios da crítica e aumenta expectativa para a estreia • Zendaya promete fortes emoções em Homem-Aranha: Um Novo Dia: “Levem lenços” • George Lucas quase fez uma série de Star Wars sobre Palpatine, revela Ian McDiarmid • Marvel Studios inicia divulgação de Vingadores: Doutor Destino na San Diego Comic-Con 2026 • Último trailer de Homem-Aranha: Um Novo Dia revela novas cenas e aumenta a expectativa
domingo, 21 de junho de 2026 Spotify Spotify

Crítica “Dia D” – Spielberg Mostra – de novo – porque é um dos maiores da história

A Super Hero Brasil foi convidada pela Universal Pictures BR para a cabine de imprensa de Dia D, novo lançamento do aclamado diretor Steven Spielberg e seu retorno aos "filmes de ET".

Steven Spielberg sempre teve uma capacidade única de transformar o desconhecido em algo fascinante, e Dia D é mais uma prova disso. Saí da sessão com aquela mesma sensação de encantamento que senti ao assistir clássicos como E.T. – O Extraterrestre e Contatos Imediatos do Terceiro Grau. Existe um senso de descoberta constante ao longo da narrativa, uma curiosidade quase infantil diante do inexplicável, algo que Spielberg domina como poucos diretores na história do cinema.

Logo nos primeiros minutos, o filme consegue prender a atenção do espectador. A história é construída de forma envolvente, apresentando mistérios aos poucos e fazendo com que você queira entender o que realmente está acontecendo. Embora não seja um suspense tradicional, daqueles cheios de sustos ou reviravoltas a cada cena, ele mantém uma tensão permanente. Existe uma sensação de expectativa que acompanha toda a jornada, e com toda certeza minha experiência foi elevada por não ter me aprofundado muito nos diversos trailers e materiais de divulgação do filme lançados anteriormente. Fui abraçado pelo "desconhecido" e isso valeu a pena DEMAIS.

O elenco entrega um trabalho muito sólido, mas Emily Blunt (O Diabo Veste Prada) é, sem dúvidas, o grande destaque. Sua personagem carrega boa parte do peso emocional da história, ao lado de Josh O'Connor (Rivais), mas aqui você entende o porquê ela foi escolhida pra transmitir essa trama ao espectador. Ela é o famoso papel do "orelha", onde toda a história é apresentada simultaneamente a ela e ao público, e por conta de um detalhe em específico na trama, o uso dos flashbacks é jsutificado e não parece algo "jogado" no meio do roteiro.

Apesar da ótima atuação como sempre, o personagem do Colin Firth (O Discurso do Rei) acaba não entregando a profundidade que o ator desse calibre merece. Estamos diante de um vilão que quer esconder a verdade porque caso contrário "vai dar ruim". É o tipico engravatado do governo escondendo segredos de estado até o último segundo, e apesar de uma cena com maior conexão emocional com o personagem na reta final da trama, ainda fico com um gostinho de quero mais.

Rápido comentário para Colman Domingo (Michael / Euphoria) que demonstra um papel importantíssimo e está, cada vez mais, escalando sua escadinha para ganhar um Oscar. E isso VAI acontecer.

E então chegamos ao terceiro ato. Os últimos 15 minutos são simplesmente sensacionais. É aquele tipo de final que faz você esquecer completamente o pessoal do lado, a cadeira do cinema e tudo ao redor. Eu fiquei literalmente na ponta da cadeira, quase sem respirar, e chegando no final da sessão, esperem ouvir um "aaaaaaa" de todos ao redor querendo mais.

Apesar de tudo, o filme tem sim seus problemas: não sei se pode ser como eu escolhi entrar na experiência sem me adentrar muito nos materiais promocionais, mas pelos trailers, pôsteres e materiais promocionais, a impressão era de que estávamos diante de uma obra muito mais próxima do sombrio ou de um suspense. Porém, quando a história realmente começa a se desenvolver, percebemos que a proposta é completamente diferente. Trata-se de uma ficção científica clássica, muito mais focada em mistério, descoberta e emoção do que em medo. Isso não é necessariamente um defeito do filme, mas acredito que algumas pessoas podem sair frustradas caso entrem na sala esperando algo parecido com um thriller de alienigena.

Além disso, a inserção de um elemento nos minutinhos finais do filme acabou me deixando com a sensação de "poxa, precisava mesmo?", parecendo uma exposição um pouco desnecessária de um encerramento que já estava bem claro do que estava sendo passado com todo o climax anterior.

No fim, Dia D é uma excelente ficção científica que resgata muito da essência dos grandes clássicos de Spielberg. Pode não ser o filme de suspense que o marketing vendeu inicialmente, mas é uma obra emocionante, leve, inteligente e extremamente envolvente. Para quem gosta de histórias sobre o desconhecido, mistério e o fascínio que existe além do que conseguimos compreender, é uma experiência que vale muito a pena.

Se você estava ansioso com o retorno de Spielberg ao cinema Alien, vai na fé que é sucesso. Dia D será lançado no dia 12 de junho de 2026 com pré-venda já aberta.

Tags:

#Dia D #Emily Blunt #Steven Spielberg

Compartilhar:

Luan Pierucci

Google AdSense 468x60
AD

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Detectamos um Bloqueador de Anuncios

Heroi, sabia que os anuncios sao a nossa fonte de energia para manter a base de herois ativa? Ao desativar seu bloqueador, voce nos ajuda a continuar trazendo as melhores noticias do universo geek!

800K+ Herois
785K Curtidas
23M+ Visualizacoes